Domingo, 07 de Dezembro de 2008


Os enteais são seres criados pela mesma Vontade criadora que deu origem ao ser humano.
Alguns tipos de enteais, conhecidos como seres da Natureza ou elementais, já foram vistos por muitas pessoas.
Quando ainda não havia a razão, o raciocínio ainda não havia estabelecido seu reinado tirânico sobre a Terra, os seres humanos podiam ver esses prestimosos entes e se comunicar com eles, os quais muito colaboraram nos períodos iniciais do desenvolvimento humano. Mas depois que a sua vontade se voltou exclusivamente para a matéria, surgiu um abismo entre essas duas espécies da Criação, como decorrência natural da lei da adaptação, e a interação com os enteais se extinguiu. Os seres humanos ficaram então totalmente adaptados à matéria mais grosseira, nada mais podendo perceber das camadas mediana e fina dessa mesma matéria, onde vivem e atuam esses seres.
Sobre a atuação dos enteais associada aos elementos da natureza, diz Davi nos salmos:
“Fazes a teus anjos ventos, e a teus ministros labaredas de fogo” (Sl104:4). No livro apócrifo de Jubileus, que é quase uma cópia do Gênesis, está dito que no primeiro dia da Criação o Senhor criou anjos do espírito do fogo, dos ventos, das nuvens, da neve, das vozes do trovão e do relâmpago, do frio e do calor. São os enteais que provocam efeitos meteorológicos segundo as leis estabelecidas pelo Criador para a matéria grosseira, portanto em conformidade com Suas ordens:
“Ele ordenou às nuvens do céu e abriu as portas do céu; (…) fez soprar no céu o vento leste e com seu poder trouxe o vento sul” (Sl78:23,26).
A Bíblia também diz no Gênesis que “naquele tempo havia gigantes na Terra” (Gn6:4),
indicando assim que uma classe especial de enteais, os gigantes, eram normalmente visíveis e reconhecíveis pelos seres humanos naquelas eras longínquas. Sobre o tamanho desses gigantes, em comparação com os seres humanos, é digno de nota o relato dos homens enviados por Moisés a espiar a terra de Canaã: “Lá vimos até gigantes, os descendentes de Enac, da raça dos gigantes.
Comparados com eles parecíamos gafanhotos, e era assim que eles nos viam” (Nm13:33).1 Fílon de Alexandria, filósofo do século I da nossa era, afirmava que esses gigantes não eram nenhum mito. A comprovação estritamente bíblica de que esses gigantes não eram seres humanos é dada por esses próprios textos citados, pois o grande dilúvio, que segundo se supõe tudo submergiu e toda vida extinguiu, ocorreu entre essas duas citações, e não há registro de nenhuma estadia dos gigantes na arca de Noé. Pela cronologia bíblica, os animais da arca, a família de Noé e os citados gigantes sobreviveram ao dilúvio. Como os gigantes são mencionados antes e depois do dilúvio e não estavam na arca, então não eram animais nem seres humanos. De qualquer forma, o dilúvio
atingiu uma determinada região, e não toda a Terra.



publicado por Sou às 22:31
mais sobre mim
Dezembro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
17
18
19
20

22
23
24

30


pesquisar neste blog
 
blogs SAPO