Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

 

 

 


 



publicado por Sou às 00:42
Domingo, 28 de Setembro de 2008

 

"O que Deus quer são nossos corações e não as cerimônias, já que com elas a fé nele perece. Se queremos encontrar Deus, devemos buscá-lo dentro de nós, pois fora de nós jamais o encontraremos".

 

 Paracelso

 

Na aldeia de Einsiedeln, Suíça, em 17 de dezembro de 1493 (ou em 10 de novembro do mesmo ano; há uma divergência histórica neste ponto), nasceu Phillipus Aureolus Theoperastus Bombastus von Hohenheim. Filho de Wilhelm Bombast, médico e alquimista; e neto de Georg Bombast von Hohenheim, Grão Mestre da Ordem dos Cavaleiros de São João, o jovem de baixa estatura, gago e corcunda, aos três anos de idade, foi atacado por um porco que lhe mutilou o genital, fato que somado a sua aparência física, proporcionou-lhe um complexo de inferioridade que seguiu por toda a vida.

Até mesmo seu extenso nome é alvo das discordâncias. Possivelmente, o nome Theoperastus é uma homenagem ao famoso pensador grego. Já o nome Phillipus (ou Phelix), por vontade própria e motivos desconhecidos, foi acrescentado ao longo da vida; e a alcunha, Aureolus, é uma alusão "divina", dada por seus admiradores ao longo dos anos.

Na infância, Theoperastus acompanhava seu pai viajando pelos povoados da terra natal, observando a manipulação das ervas usadas para curar enfermos daquela região. Dessa forma, passou a apreciar a atividade paterna. As primeiras noções sobre Teologia, Alquimia e Latim, foram transmitidas por seu pai. Ainda muito jovem, foi enviado à escola de Beneditinos do Mosteiro de Santo André. Lá, conheceu o notável alquimista, Eberhard Baumgartner.

Formou-se nos estudos tradicionais de sua época e seguiu o caminho profissional de seu pai, estudando medicina na cidade de Viena e concluindo em Ferrara. A partir deste momento, deu início as suas viagens, passando por Áustria, Egito, Hungria, Tartária, Arábia e Polônia.

Em Salzburg, Áustria, tentou estabelecer-se como médico, mas foi expulso da cidade porque simpatizou com agricultores rebeldes. Recebeu o título de cidadão em Strasburg e partiu para Basel. Após vários conflitos com colegas médicos e farmacêuticos e o próprio conselho de medicina da cidade, Theoperastus recebeu uma ordem de prisão em 1528, forçando sua fuga da cidade. Em Wurzburg, aprendeu com outros sábios a manipulação de produtos químicos, principalmente com Tritêmio, célebre abade e ocultista do Convento São Jorge.

Em 1536, publicou Die Grosse Wundartzney, (Cirurgia Maior), uma coleção de tratados médicos. Escreveu ainda trinta e dois artigos e ilustrações, com previsões de eventos até o ano 2106. Para que seus escritos tivessem uma penetração maior, redigiu todos em alemão, e não em latim, como era o costume.

Viajou pelo país como uma espécie de médico-cigano, e ficou conhecido como "o médico dos pobres" até voltar para Salzburgo em 1540, convidado pelo bispo da cidade. Faleceu em 24 de setembro de 1541 com apenas 47 anos. A causa de sua morte não foi esclarecida. Uma hipótese é que tenha sido vítima de feridas infeccionadas, ocasionadas quando, embriagado, sofreu uma queda numa taberna. O corpo foi velado na igreja de São Sebastião e, conforme seu último desejo, foram entoados os salmos bíblicos 1, 7 e 30.

 

 

Obras

 

Há diversos vácuos e incoerências na biografia deste personagem, também conhecido como Hohenheim. Estas poucas informações são os registros históricos mais confiáveis da vida de Paracelso, que teria adotado (ou recebido de seu pai) este apelido por ser "superior a Celso", famoso médico romano da Antigüidade.

Sua vida pautada pelas polêmicas e conturbações que sua personalidade pouco adequada àqueles tempos lhe infligia. Esta frase de sua autoria exemplifica: "Ponderei comigo mesmo que, se não existissem professores de Medicina neste mundo, como faria eu para aprender essa arte? Seria o caso de estudar no grande livro aberto da Natureza, escrito pelo dedo de Deus. Sou acusado e condenado por não ter entrado pela porta correta da Arte. Mas qual é a porta correta? Galeno, Avicena, Mesua, Rhazes ou a natureza honesta? Acredito ser esta última. Por esta porta eu entrei, pela luz da Natureza, e nenhuma lâmpada de boticário me iluminou no meu caminho".

Além da medicina, era versado em filosofia e política. Mas seus escritos estão relacionados principalmente com a sua profissão e chegam a mais de 8 mil páginas. Porém, apenas uma pequena parte é conhecida e estudada. A linguagem aplicada em sua obra é alegórica e passível de interpretação, um recurso utilizado para que não pudesse ser acusado de feitiçaria pelo implacável mecanismo inquisitório medieval. Conta-se que certa vez, Paracelso queimou em público diversos livros de Galeno e Avicena, dizendo: "Que toda esta miséria possa ir pelos ares como fumaça".

 

 

Médico e Místico

 

Até mesmo a forma de exercitar seu ofício era contestada. Acreditava ele, que a função de um médico ia além do diagnóstico e receituário convencional; era necessário um estudo do paciente e uma compreensão da doença em aspectos como a astrologia, alquimia, magia e outras variações esotéricas.

A medicina daquele tempo, baseada no pensamento do filósofo Hipócrates, acreditava que as doenças eram causadas por mau funcionamento dos fluídos do corpo humano: sangue, catarro, bílis preta e bílis amarela. Paracelso contestou e simplificou este conceito. Segundo ele, os seres materiais têm origem em quatro elementos: terra, água, ar e fogo; e três substâncias: enxofre, mercúrio e sal. Os primeiros são realidades materiais compreendidas dinamicamente. Enquanto os outros são modalidades de comportamento da natureza. Ou seja, o enxofre é combustível, o mercúrio é volátil e o sal é resistente ao fogo. Portanto, a saúde é o equilíbrio, e a doença é o desequilíbrio de todas as energias presentes no ser humano, tanto no corpo físico como espiritual.

De acordo com Paracelso, a cura apóia-se em quatro bases distintas: filosofia, astronomia, alquimia e virtus. A filosofia significa: abrir-se ao conjunto das forças naturais, observar essas forças invisíveis na penetração da realidade total e perceber o invisível no visível. A astronomia explica as influências dos astros na saúde e nas enfermidades. A alquimia torna-se útil no preparo dos medicamentos. O termo virtus é uma alusão a honestidade do médico que, através do raciocínio de Paracelso, é uma pessoa em constante evolução e aperfeiçoamento, e deve reconhecer a ação da natureza invisível no doente ou, em se tratando do remédio, como atua no plano visível. Assim, o conhecimento médico tem menos a ver com conhecimento intelectual do que com a intuição.

Paracelso fazia freqüentes associações entre Magia e Imaginação. "O visível esconde o invisível, mas apesar disso conseguimos o invisível apenas através do visível", dizia. Nesse caso, magia significa a ação direta sobre as pessoas e todos os seres, sem ajuda da matéria. Ou seja, o mago é capaz de causar efeitos físicos sem ajuda física. No livro Paracelso - Alquimista, Químico, Pioneiro da Medicina, o historiador e filósofo Lucien Braun, cita: "toda natureza invisível se movimenta através da imaginação. Se a imaginação fosse forte o suficiente, nada seria impossível, porque ela é a origem de toda magia, de toda ação através da qual o invisível (de um ou outro modo) deixa seu rastro no visível. A energia da verdadeira imaginação pode transformar nossos corpos, e até influenciar no paraíso...".

Além disso, o médico suíço reconheceu que a fé fortalece a imaginação. Isso inclui as curas milagrosas atribuídas a ele e que não foram apenas resultado dos medicamentos, mas serviram para influenciar conscientemente a ação da imaginação do próprio paciente, de modo que agisse diretamente no desejo de ser curado. Atualmente, há na medicina, o chamado placebo, uma substância sem qualquer efeito farmacológico, prescrita para levar o doente a experimentar alívio dos sintomas pelo simples fato de acreditar nas propriedades terapêuticas do produto. De certa forma, pode-se entender que Paracelso já fazia uso deste recurso há mais de 500 anos. Outro fator interessante de seu raciocínio, é que ele também associava as características exteriores de uma planta a sua função medicinal. Por exemplo, folhas em forma de coração foram recomendadas para doenças cardíacas.

 

 

Seu Legado

 

Personagens como Van Helmont e Friedrich Franz Mesmer deram continuidade aos trabalhos de Paracelso. O pensamento e a atitude do sábio suíço influenciaram não apenas as ciências e o ocultismo de sua época, mas até hoje são lembrados e utilizados como base de estudos modernos. Até mesmo durante uma epidemia de cólera, em 1830, seu túmulo foi objeto de peregrinação.

Sabe-se que Paracelso nasceu no ano de 1493, o dia e o mês ainda são discutíveis. Mas isso não é tão importante, porque foi um homem além de seu tempo, além das datas e do pensamento. Seu legado de obras escritas e ensinamentos compõem o que atualmente é chamado de Medicina Experimental. Formulou os primeiros conceitos da homeopatia, farmacologia, medicina psicossomá- tica, psicologia e bioenergética. Um médico esotérico que, como todos os outros "não esotéricos", tinha apenas um objetivo: prolongar a existência humana na Terra.

 

 www.spectrumgothic.com.br



publicado por Sou às 23:50
Domingo, 28 de Setembro de 2008

 

 

Um dia, Gregório Epifanov encontrou o urso da floresta.

Não era a primeira vez que urso e lenhador se encontravam. Das outras vezes, empunhando o machado, enfrentara o bicho e obrigara-o a fugir de quem era mais valente. Outros tempos...

Agora, Gregório Epifanov sentia-se velho demais para lutar. O machado caiu-lhe das mãos e os joelhos dobraram-se... Rendia-se antes do combate.

O urso que decidisse o que queria fazer dele.

- Não quero nada de ti - disse-lhe o urso. - Estás muito fraco para que possas medir forças comigo. Como te deixaste envelhecer desta maneira, homem?

Gregório Epifanov murmurou:

- Os anos, uns em cima dos outros, pesam-me nos ombros.

A neve de muitos invernos caiu-me na cabeça e embranqueceu-me os cabelos. De tanto mastigar pão duro, caíram-me os dentes. Os trabalhos custosos e as moléstias chuparam-me a carne e curtiram-me a pele. Assim envelheci.

Ficaram a conversar como bons amigos.

A certa altura, o velho lenhador lamentou-se do mau génio da irmã que não parava de dizer que ele não valia nada e que estava sempre a tratá-lo de urso paspalhão.

- E isso ofende-te? - perguntou-lhe o urso.

Pois claro que se ofendia. Se não fosse ele, a miséria da choupana ainda seria maior.

Com o que ele ganhava a vender lenha, ambos comiam. Além de que não era um urso, era um homem.

Então o urso teve uma ideia. Chegou o focinho à orelha do lenhador e segredou-lhe o seu plano. Foi uma risota!

Na manhã seguinte, repetiu-se a cena de todos os dias.

Com os modos de sempre, a velha Agripina abanou a cama, onde, muito enrolado nos cobertores, o irmão dormia.

- Levanta-te, urso madraceiro - gritava ela. - Levanta-te que são horas de te pores a andar.

Voltado para a parede, o irmão não dava resposta.

- Ah, sim!?

Então deixa estar que hoje é que vais saber como é fria a água do poço - disse a velha.

Dito e feito. Encheu a selha, carregou com ela e despejou-a em cima da cama do infeliz Gregório Epifanov, gralhando o que se segue:

- Prova desta água, urso paspalhão, mandrião e resmungão, a ver se te emendas!

Espalharam-se os cobertores e da cama saltou não o lenhador mas um urso, um urso autêntico que se pôs a correr atrás da velha, pela casa fora. Ela, aterrorizada, tropeçou na selha, caiu, levantou-se, fugiu, sentindo sempre as garras do urso quase a tocarem-lhe.

- Quem me acode! - gritava ela que metia pena.

Valeu-lhe o irmão que entrou, nesse instante, na cabana, empunhando um machado. Arremedou-se, ali, uma luta que mais parecia uma dança... O urso fez de conta que estava cheio de medo e, fingindo uma grande aflição, fugiu para a floresta donde viera.

A partir desse dia, a velha Agripina passou a tratar o mano com melhores modos. Fora uma ou outra rabugice, os dois irmãos começaram a dar-se muito bem e voltaram a ser bons amigos. As sementes de amizade, escondidas no fundo dos seus corações cansados, estavam a dar flores...

Gregório Epifanov nunca mais se esqueceu do urso que lhe prestara tão bons serviços. Sempre que pode, deixa ficar, na cavidade aberta num velho tronco, um boião de mel que se destina ao seu amigo. Parece que os ursos são muito gulosos.

 

http://www.historiadodia.pt



publicado por Sou às 23:14
Domingo, 28 de Setembro de 2008

 

 

Havia na floresta uma cabana, modesta morada de lenhadores. Nessa cabana, moravam um velhinho e uma velhinha que eram irmãos, mas pouco amigos. Por aqui começa esta história.

Desconfio que não estou a dizer a verdade toda.

Talvez os dois irmãos fossem amigos, lá muito no fundo dos seus corações de velhos rabugentos, mas quem os visse e ouvisse a enfronharem-se constantemente por dá cá aquela palha, tal não diria. A velhinha, então, era a mais abespinhada. Mal o irmão entrava em casa e fechava a porta, começava a bulha.

- Estou farta de te recomendar, Gregório Epifanov, para não entrares sem primeiro bater à porta. Assustas o gato, assustas-me a mim e abalas a casa com essas botifarras. Porque não te descalças à porta?

- Porque já sei, mana Agripina, que estás à espera que eu venha com o carrego de gravetos para te acender o lume.

Se eu tivesse a certeza de vir encontrar a casa aquecida, a sopa a fumegar e o chá a ferver na chaleira, descalçava-me à porta, pois claro! Mas que encontro afinal: cinzas frias na lareira e uma velha  a um canto, enrolada em cobertores, a resmungar com voz de bruxa.

 

A mana Agripina saltava do seu canto e espetava o dedo agudo, diante do nariz do irmão:

-- Bruxa? Eu? E tu o que és? Um velho urso paspalhão a sonhar com palácios e criados de nariz no chão. Julgas que sou tua criada, julgas?

- Nem eu sou teu criado e trago-te este baraço de lenha para aqueceres a ceia, velha rezingona.

Ela virava-lhe as costas e voltava para o seu canto, resmungando:

- Passo bem sem ceia. Se queres comer o caldo, come-o frio ou aquece tu o lume.

Não estou para me maçar com ursos velhos!

Assim viviam os dois manos. Assim passavam os serões.

De manhã, chovesse ou fizesse sol, havia sempre tempestade na cabana.

- Levanta-te, urso preguiçoso! - gritava a velha Agripina, sacudindo a cama do irmão.

- Deixa-me em paz, velha ruim. Passo dia a trabalhar. Portanto, tenho direito de dormir o que me apetece e o que o meu corpo pede - respondia-lhe o velho, com a cabeça escondida nos cobertores.

- Isso são desculpas de urso.

Se te não levantas já, vou ao poço, encho a selha e despejo-ta pela cabeça abaixo - ameaçava a velha.

Gregório Epifanov levantava-se, pegava no machado e ia-se embora, sem dar os bons-dias nem comer as sopas da manhã.

 

 

 

António Torrado

ilustrações de Cristina Malaquias

 

 

 

 

 

António Torrado nasceu em Lisboa, em 1939.
Escritor de livros para crianças (domínio no qual a sua bibliografia é particularmente vasta — conta com mais de 100 títulos publicados em várias editoras), poeta, ficcionista, dramaturgo, autor de obras de pedagogia e de investigação nessa área, é por excelência um contador de histórias, estando muitos dos seus livros e contos traduzidos para várias línguas.
Foi galardoado com o Prémio Calouste Gulbenkian de Livros para Crianças (1980), o Prémio de Teatro Infantil da Secretaria de Estado da Cultura (1984), o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças (1988), entre muitos outros.
Alguns dos seus livros foram incluídos na Lista de Honra do IBBY – Internacional Board on Books for Young People –, nos anos de 1974 e 1996.
Segundo o crítico e investigador José António Gomes, “Torrado impôs-se como uma das figuras de maior relevo da nossa literatura do pós-25 de Abril e dificilmente se encontrará hoje um autor que, de forma tão equilibrada, saiba dosear em livro o humor, a crítica e os sinais de um profundo conhecimento do imaginário infantil.”

 

www.assirio.com/autor.php

 

 



publicado por Sou às 23:03
Domingo, 28 de Setembro de 2008

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Sou às 08:46
Sábado, 27 de Setembro de 2008

 

Deita fora todos os números não essenciais à tua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura.Deixa o médico preocupar-se com eles.
É para isso que ele é pago.

Frequenta, de preferência, amigos alegres.Os de "baixo astral" põem-te em baixo.

Continua aprendendo...Aprende mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.Não deixes o teu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do diabo.E o nome do diabo é Alzheimer.

Aprecia coisas simples.Ri sempre, muito e alto.Ri até perder o fôlego.

Lágrimas acontecem. Aguenta, sofre e segue em frente.A única pessoa que te acompanha a vida toda és tu mesmo.Mantém-te vivo, enquanto vives!

Rodeia-te daquilo de que gostas: Família, animais, lembranças, músicas, plantas, um hobby, o que for.O teu lar é o teu refúgio.

Aproveita a tua saúde;Se for boa, preserva-a.Se está instável, melhora-a.
Se está abaixo desse nível, pede ajuda.

Não faças viagens de remorso.Viaja para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faças viagens ao passado.


Diz a quem amas, que realmente os amas, em todas as oportunidades.

E lembra-te sempre que: vida não é medida pelo número de vezes que respiraste, mas pelos momentos Em que perdeste o fôlego:De tanto rir...De surpresa...De êxtase...De felicidade...



PABLO PICASSO

 

 

 

 

Pablo Picasso (25/10/1881-8/4/1973) destacou-se em diversas áreas das artes plásticas: pintura, escultura, artes gráficas e cerâmica. Picasso é considerado um dos mais importantes artistas plásticos do século XX.

Nasceu na cidade espanhola de Málaga. Fez seus estudos na cidade de Barcelona, porém trabalhou, principalmente na França. Seu talento para o desenho e artes plásticas foi observado desde sua infância.

Suas obras podem ser divididas em várias fases, de acordo com a valorização de certas cores. A fase Azul (1901-1904) foi o período onde predominou os tons de azul. Nesta fase, o artista dá uma atenção toda especial aos elementos marginalizados pela sociedade. Na Fase Rosa (1905-1907), predomina as cores rosa e vermelho, e suas obras ganham uma conotação lírica. Recebe influência do artista Cézanne e desenvolve o estilo artístico conhecido como cubismo. O marco inicial deste período é a obra Les Demoiselles d'Avignon (1907) , cuja característica principal é a decomposição da realidade humana.

Em 1937, no auge da Guerra Civil Espanhola ( 1936-1939), pinta seu mural mais conhecido: Guernica. Esta obra já pertence ao expressionismo e mostra a violência e o massacre sofridos pela população da cidade de Guernica.

Na década de 1940, volta ao passado e pinta diversos quadros retomando as temáticas do início de sua carreira. Neste período, passa a dedicar-se a outras áreas das artes plásticas: escultura, gravação e cerâmica. Já na década de 1960, começa a pintar obras de artes de outros artistas famosos: O Almoço Sobre a Relva de Manet e As Meninas do artista plástico Velázquez, são exemplos deste período.

Já com 87 anos, Picasso realiza diversas gravuras, retomando momentos da juventude. Nesta última fase de sua vida, aborda as seguintes temáticas: a alegria do circo, o teatro, as tradicionais touradas e muitas passagens marcadas pelo erotismo. Morreu em 1973 numa região perto de Cannes, na França.

 



publicado por Sou às 22:34
Sábado, 27 de Setembro de 2008


Fica proibido chorar sem aprender.

Levantar-se um dia sem saber o que fazer.

Ter medo das tuas recordações.

Fica proibido não sorrir ante os problemas.

Não lutar pelo que queres.

Abandonar tudo por medo.

Não transformar em realidade teus sonhos.

Fica proibido não demonstrar o teu amor.

Fazer com que alguém pague pelas tuas dúvidas e pelo teu mau humor.

Fica proibido deixar os teus amigos.

Não tentar compreender aquilo que viveram juntos.

Chamá-los somente quando precisa deles.

Fica proibido não seres tu perante todos.

Fingir para as pessoas que não te importas.

Esquecer todos os que te querem.

Fica proibido não fazeres as coisas para ti mesmo.

Não fazeres o teu destino.

Ter medo da vida e dos teus compromissos.

Não viver cada dia como se fosse o último.

 

 

 

Pablo Neruda

Filho de um operário ferrroviário e de uma professora primária, nasceu em 12 de julho de 1904, na cidade de Parral (Chile). Seu nome era verdadeiro era Neftalí Ricardo Reyes Basoalto. Perdeu a mãe no momento do nascimento.
Em 1906, a família muda-se para a cidade de Temuco. Começa a estudar por volta dos sete anos no Liceu para Meninos da cidade. Ainda em fase escolar, publica seus primeiros poemas no jornal “ La Manãna”. No ano de 1920, começa a contribuir com a revista literária “Selva Austral”, já utilizando o pseudônimo de Pablo Neruda (homenagem ao poeta tcheco Jan Neruda e ao francês Paul Verlaine).Em 1921, passa morar na cidade de Santiago e estuda pedagogia no Instituto Pedagógico da Universidade do
Chile. Em 1923 publica ‘Crepusculário” e no ano seguinte “Vinte poemas de amor e uma canção desesperada”, já com uma forte marca do modernismo.No ano de 1927, começa sua carreira diplomática, após ser nomeado cônsul na Birmânia. Em seguida passa a exercer a função no Sri Lança, Java Singapura, Buenos Aires, Barcelona e Madrid. Nesta viagens, conhece diversas pessoas importantes do mundo cultural. Em Buenos Aires, conheceu Garcia Lorca, e em Barcelona Rafael Alberti.Em 1930, casa-se com María Antonieta Hagenaar, divorciando-se em 1936. Logo após começou a viver com Delia de Carril, com quem se casou em 1946, até o divórcio em 1955. Em 1966, casou-se novamente, agora com Matilde Urrutia.Em 1936, explode a Guerra Civil Espanhola. Comovido com a guerra e com o assassinato do amigo Garcia Lorca, compromete-se com o movimento republicano. Na França, em 1937, escreve “Espanha no coração”. Retorna neste ano para o Chile e começa a produzir textos com temáticas políticas e sociais.
No ano de 1939, é designado cônsul para a imigração espanhola em Paris e pouco tempo depois cônsul Geral do
México. Neste país escreve “Canto Geral do Chile”, que é considerado um poema épico sobre as belezas naturais e sociais do continente americano.Em 1943, é eleito senador da República. Comovido com o tratamento repressivo que era dado aos trabalhadores de minas, começa a fazer vários discursos, criticando o presidente González Videla. Passa a ser perseguido pelo governo e é exilado na Europa.Em 1952, publica “Os versos do capitão” e dois anos depois “ As uvas e o vento”. Recebe o prêmio Stalin da Paz em 1953. Em 1965, recebe o título honoris causa da Universidade de Oxford (Inglaterra). Em outubro de 1971, recebe o Prêmio Nobel de Literatura.
Durante o governo do socialista Salvador Allende, é designado embaixador na França. Doente, retorna para o Chile em 1972. Em 23 de setembro do ano seguinte, morre de câncer de próstata na Clínica Santa Maria de Santiago (Chile).

 

 

 


http://cultura.portaldomovimento.com/pablo_neruda.html

 



publicado por Sou às 22:20
Sábado, 27 de Setembro de 2008

"Conhece-te a ti mesmo, ó linhagem divina vestida com trajes mortais. Despe-te, eu te peço, separa o quanto podes, e podes o quanto te esforces; separa, digo, a alma do corpo, a razão dos afectos do sentido. Verás logo, cessadas as brutalidades terrenas, um puro ouro, e, afastadas as nuvens, verás um luminoso ar; e então, acredita-me, te respeitarás como um raio eterno do divino sol."

 

 

Marsílio Ficino

 

Médico e teólogo italiano nascido em Figline Valdarno, próximo a Florença, pioneiro na tradução para o latim das obras de Platão, Porfírio e Plotino e outros autores neoplatônicos, assim como obras de Dionísio Areopagita, tornando-se um arauto do neoplatonismo renascentista. Protegido por Cosimo de Médici, que o presenteou com uma Quinta, onde teve sua sede a academia platónica, pode consagrar toda a sua vida aos  estudos filosóficos. Da escola grego-latina tornou-se diretor da Academia Platónica Florentina (1462), fundada (1442) por Cosimo de Medici, na qual conviveu com outros notáveis pensadores, como Giovanni Pico della Mirandola. Ordenado (1473), anos mais tarde, foi nomeado cónego da catedral de Florença e viveu uma existência muito austera no meio de Florença do século XV. Dedicou a maior parte de sua vida traduzindo os trabalhos de Platão, do original grego para o latim, tentando, na sua visão, reconciliar o platonismo com cristianismo, como na sistematização que se encontra nos 18 livros da Theologia platonica (1482). Morreu em Careggi, nas proximidades de Florença. Foi o principal representante do platonismo italiano, animador da célebre academia platónica florentina. Esta academia nasceu graças a um cenáculo de literatos, artistas e pensadores, amigos da casa de Médicis. Fizeram parte deste cenáculo Poliziano, Pulci, João Pico della Mirandola e o próprio Lourenço, o Magnífico. Historicamente, depois do platonismo de importação oriental, na segunda metade do século XV surgiu e firmou-se um platonismo italiano. O centro foi precisamente Florença, onde foi celebrado o famoso Concílio.

 

 

www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_2605.html

 



publicado por Sou às 22:00
Sábado, 27 de Setembro de 2008

 

 

 

 

 

 



publicado por Sou às 00:11
Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

 

 

“O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar.”



publicado por Sou às 21:42
Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

 

"Não há nenhum pensamento importante que a burrice não saiba usar, ela é móvel para todos os lados e pode vestir todos os trajes da verdade. A verdade, porém, tem apenas um vestido de cada vez e só um caminho, e está sempre em desvantagem"

 

 

 

in Homem sem Qualidades, Robert Musil

 

 

 

 

 

 

Robert Musil (6 de novembro de 1880 - 15 de abril de 1942), escritor austríaco, um dos mais importantes romancistas modernos. Nasceu em 1880 na cidade de Klagenfurt, Áustria e morreu em 1942 na cidade de Genebra, Suíça. Ao lado de Franz Kafka, Marcel Proust e James Joyce forma o grupo dos grandes prosadores do século XX. Da sua obra destaca-se o monumental "O Homem Sem Qualidades", um anti-romance ou um não-romance que é acima de tudo uma grande reflexão sobre a época de Musil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Musil

 

 



publicado por Sou às 00:01
Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008
 



Ah, o diferente, esse ser especial! Diferente não é quem pretenda ser.

 

 

 

Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De que só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo depois...
Artur da Távola
 
Artur da Távola era o pseudônimo do carioca Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros, nascido em 3 de janeiro de 1936. Formou-se em Direito em 1959, mas seu envolvimento com o movimento estudantil o levou, já no ano seguinte, a ser eleito deputado constituinte pelo estado da Guanabara.

Foi reeleito em 1962 e ingressou no PTB. Cassado pelo regime militar, exilou-se na Bolívia e Chile entre 1964 e 1968. Ao retornar, adotou o pseudônimo de Artur da Távola e começou a escrever sobre televisão no jornal ‘Última Hora’.

Ao longo da vida, publicou 23 livros e comandou programas de jornalismo e música clássica no rádio e na TV.
 

 

odia.terra.com.br/especial/cultura/artur_tavola/biografia.htm

 

A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão tesouros da ternura humana.

Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.

Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba.

Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio,e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.

 Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar.

Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes.

Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.

É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno, agridem e gargalham.

Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.

O que é percepção aguçada em: "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um estilo próprio em: "Você não está vendo como todo mundo faz?" O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando.

O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo. O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais, de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos, por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura.

Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade. O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores.

Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride.

Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.

Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas.

O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição. O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas.

Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham a ser.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros.

 


publicado por Sou às 00:08
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

 


 

 

E Deus reflectiu. Teria de criar outros seres que não encontrassem a chave da felicidade, pois se a encontrassem depressa se fundiriam com ele e mais uma vez ficaria sozinho. Esses seres seriam a Humanidade. Só que havia ainda uma questão para ser resolvida: onde esconder a chave da felicidade para que o ser humano não a encontrasse assim tão facilmente?
E a história diz-nos:
 "Deus pensou ocultá-la no fundo do oceano, depois numa caverna nos Himalaias, depois noutra galáxia. Mas estes lugares não o satisfaziam. (...) Sabia que o ser humano acabaria por descer ao oceano mais abismal e que a chave não estaria segura aí. Também não estaria segura numa gruta dos Himalaias porque, mais cedo ou mais tarde, o Homem escalaria até aos cumes mais elevados e encontrá-la-ia. Nem sequer estaria segura noutra galáxia, já que o Homem chegaria a explorar os vastos universos. (...) E quando o Sol começa a desvanecer a bruma matutina com os seus raios, de súbito ocorreu-lhe um lugar no qual o ser humano nunca procuraria a chave da felicidade: dentro de si mesmo. Criou então o ser humano e, no seu interior, colocou a chave da felicidade.»
 
Ramiro Calle
 
 
 Sus libros tratan sobre su especialidad, las filosofías, psicología y místicas de Oriente.

 

 

 

 

Diz o conto  que,  Deus quando contemplou a sua criação do universo e da natureza sentiu-se sozinho. Por isso, resolveu criar uns seres sobrenaturais para lhe fazerem companhia. Só que estes seres depressa encontraram a chave da felicidade e fundiram-se com o divino, o que fez Deus sentir-se novamente só.



publicado por Sou às 23:50
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 07:16
Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Bom dia!

 

 



publicado por Sou às 08:14
Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

 



publicado por Sou às 23:27
Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 09:10
Domingo, 21 de Setembro de 2008




Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento...

Uma pessoa é enorme para ti, quando fala do que leu e viveu, quando te trata com carinho e respeito, quando te olha nos olhos e sorri .



É pequena para ti quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o carinho, o respeito, o zelo e até mesmo o amor

Uma pessoa é gigante para ti quando se interessa pela tua vida, quando procura alternativas para o teu crescimento, quando sonha junto contigo. E pequena quando se desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.

Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos da moda.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. O nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de acções e reações, de expectativas e frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente torna-se mais uma.

 

O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande... é a sua sensibilidade, sem tamanho...

 


William Shakespeare
 

Shakespeare é considerado um dos mais importantes dramaturgos e escritores de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas freqüentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura. 

Biografia e obras

Nasceu em 23 de abril de 1564, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.

Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.

Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.

No ano de 1610, retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Em 23 de abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos, de causa ainda não identificada pelos historiadores.

Principais obras :

- Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade.

- Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, Antônio e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.

- Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.

 

 

 www.suapesquisa.com/shakespeare/



publicado por Sou às 23:54
Domingo, 21 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 22:31
Domingo, 21 de Setembro de 2008

 

 

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades.

 


Charlie Chaplin



publicado por Sou às 21:44
Domingo, 21 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 21:13
Domingo, 21 de Setembro de 2008

 

 

Uma linda canção para um domingo. Um dia feliz.



publicado por Sou às 10:34
Domingo, 21 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 09:30
Domingo, 21 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 08:22
Sábado, 20 de Setembro de 2008

 

 

 

 

 

 



publicado por Sou às 23:58
Sábado, 20 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 22:59
Sábado, 20 de Setembro de 2008

 

 

 

 

 

Quando se fala em ecologia logo vem à cabeça natureza, bichos vivendo soltos ao ar livre, flores, rios e campos.   No caso dos pesquisadores que trabalham aqui na região do Pantanal, ecologia é sinónimo do estudo de belas plantas, araras, jacarés, onças, e uma infinidade de outros simpáticos animais. Porém existem profissionais que trabalham com animais não tão “fofinhos” assim.

 

Este é o caso da bióloga, com mestrado em ecologia Carolina Ferreira Santos, ela é um exemplo clássico de quem foge do trivial. Trabalhando com morcegos há 10 anos, a expert no assunto garante que os mamíferos que voam são animais muito simpáticos, interessantes e importantes à fauna e flora.

 

Segundo Carolina estudar essa “criaturinha”, muitas vezes associada a filmes de terror, é muito importante para o ecossistema. “Muitas plantas dependem da dispersão das sementes dos frutos que os morcegos comem e deixam cair no chão, além de existir espécies polinizadoras de plantas como o pequi entre muitas outras de nossa flora”, diz.

 

Carolina já sofreu preconceitos, pois segundo ela, o mito do vampiro persiste mesmo sabendo que, nas “quase 190 espécies de morcegos encontradas no Brasil apenas 3 são hematófagas”. Ainda segundo a pesquisadora: “Muita gente repudia meu trabalho, mas faço-o com orgulho, pois sei da importância que a preservação dessas espécies tem no equilíbrio do ecossistema”, diz.

 

 Já a bióloga, também com mestrado em ecologia, Janaína Casella que trabalha com roedores desde 2003 já ouviu muitos comentários do tipo: Trabalha com ratos? Credo!”.

Questionada sobre o seu trabalho pouco comum, Janaína é categórica:  “É um trabalho como outro qualquer, um trabalho que quase ninguém vê, nem imagina, mas que deve ser feito para auxiliar na compreensão das consequências trazidas pela acção do homem e dos danos causados ao meio ambiente e a saúde”.

 

 

 

 

 

Os ratos do campo assim como os morcegos são dispersores de sementes e também auxiliam no controle de outras espécies, como mosquitos e besouros.O exemplo mais conhecido de polinizador é a abelha, mas existem outros como os pássaros, os morcegos, os ratos, as formigas, o próprio homem, além do vento e da água. Todos facilitam a polinização, principalmente das plantas que têm necessidade de cruzamento de pólen entre as flores. “A perfeição da natureza está justamente no facto de que o mais “feio” aos olhos do homem pode colaborar para que o mais belo da natureza persista”

 

"Homens e ratos compartilham a imensa maioria de genes. O que nos distingue dos ratos é uma pequena constelação que não passa de 300 genes" (artigo do Dr. Drauzio Varella).



publicado por Sou às 22:14
Sábado, 20 de Setembro de 2008

 

 


 



publicado por Sou às 10:16
Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

 

 

 

 



publicado por Sou às 23:58
Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

 

 

Não preciso me drogar para ser um génio;
Não preciso ser um génio para ser humano;
Mas preciso do seu sorriso para ser feliz.

Charlie Chaplin

 



publicado por Sou às 22:07
Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

 

 

Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.

Charlie Chaplin



publicado por Sou às 23:34
Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008



A NATUREZA HUMANA SEGUNDO ROGERS

Ao estudarmos a teoria "rogeriana", deparamo-nos com um posicionamento bastante diferente daquele que vimos quando estudamos a teoria freudiana, no que se refere a natureza humana. Nela destaca-se a grande confiança que Rogers sentia pelo homem. A grande crença que ele sentia na capacidade do indivíduo é, assim, enunciada: "O ser humano tem a capacidade, latente ou manifesta, de compreender-se a si mesmo e de resolver seus problemas de modo suficiente para alcançar a satisfação e eficácia necessárias ao funcionamento adequado" (Rogers & Kinget, 1977, p.39).

Acredita ele que, se o homem não possui lesões ou conflitos estruturais profundos, apresenta esta capacidade. E que esta é uma característica inerente ao homem que independe de aprendizagem. Todavia, para que esta potencialidade logre a sua actualização, é necessário um clima de calor humano, desprovido de ameaças ou desafios à imagem que a pessoa faz de si mesma.

. A concepção de uma natureza "angélica" do homem, atribuída a Rogers, encontra-se, portanto, bem longe da verdade.
Dizia Rogers: Não possuo visão ingénua da natureza humana. Tenho bem consciência de que para se defender e movido por medos intensos, os indivíduos podem e, de fato, se comportam de modo incrivelmente destrutivo, imaturo, regressivo, anti-social e nocivo (Rogers, 1961, p.27.).

Mas a compreensão de Rogers a respeito da natureza humana vai além dessa constatação: Contrariamente à opinião que vê os mais profundos instintos do homem como sendo destrutivos, observa-se, quando o homem é, verdadeiramente, livre para tornar-se o que ele é no mais fundo de seu ser, quando é livre para agir conforme sua natureza, como um ser capaz de perceber as coisas que o cercam, então ele, nitidamente, se encaminha para a globalidade e a integração. Como já disse em outra publicação (Rogers, 1961, p.105).

Quando o homem é de todo um homem, quando ele é o seu organismo completo, quando a percepção da experiência, esse atributo peculiarmente humano, está operando na sua máxima plenitude, então pode-se confiar nele, então o seu comportamento é construtivo. Nem sempre será convencional, nem sempre será conformista. Será individualizado. Mas será também socializado (Rogers, in Burlona 1978, p.159).

Apesar de sua grande confiança no homem, Rogers sabe que somente consciente dos fatos que o cercam, poderá o indivíduo tomar decisões acertadas. E preocupa-se ante a consciência de que a nossa sociedade, na pele dos políticos, dos funcionários do governo, da indústria, da extrema direita e da extrema esquerda, entre outros, estejam todos empenhados em esconder os fatos (cf. Rogers, in Evades, 1977).

Ao longo da sua experiência, ele constatou que muitos dos sentimentos, considerados positivos, como o amor, a confiança e a bondade são, muitas vezes, aqueles mais profundamente recalcados, e não somente aqueles impulsos socialmente proibidos.
É, justamente, por conta das suas observações, enquanto terapeuta, que ele é levado a não acreditar que, uma vez liberada a camada mais profunda da natureza humana, nos depararíamos com um id incontrolável e destrutivo.

As observações de Rogers  conduziram-no, realmente, a uma ideia bem diferente da natureza humana, o que, num certo sentido, a identifica com o próprio fluxo da vida. E, referindo-se àquelas pessoas com quem ele trabalhou nas salas de fundo dos hospitais estaduais, ele afirma que as condições em que se desenvolveram essas pessoas têm sido tão desfavoráveis que as suas vidas quase sempre parecem anormais, distorcidas, pouco humanas. E no entanto, pode-se confiar que a tendência realizadora está presente nessas pessoas. A chave para entender o seu comportamento é a luta com que se empenham para crescer e ser, utilizando-se dos recursos que acreditam ser os disponíveis. Para as pessoas saudáveis, os resultados podem parecer bizarros e inúteis, mas são uma tentativa desesperada da vida para existir. Esta tendência construtiva e poderosa é o alicerce da abordagem centrada na pessoa (Rogers, 1983, p.41).

A abordagem centrada na pessoa considera a tendência realizadora ou actualizaste como uma motivação polimorfa. Ao nível do comportamento, esta tendência pode assumir diversas formas, em consonância com as necessidades presentes no organismo. Mas a busca de satisfação dessas necessidades será feita no sentido de promover a auto-estima e não de diminuí-la, exceptuando quando algumas delas, particularmente as básicas, tornam-se excessivamente urgentes.

Como se sabe, as teorias vigentes que tratam da motivação, tendem a descrevê-la a partir do modelo utilizado pela biologia, segundo o qual o organismo procura reduzir as suas tensões e restabelecer um estado de equilíbrio. A teoria freudiana, por exemplo, considera esse modelo.

Rogers discorda dessa orientação, pois, para ele, os organismos estão sempre em busca, num eterno "vir-a-ser", de um modo bem diferente do equilíbrio homeostático preconizado por Freud quando diz: "O sistema nervoso é... um aparelho que deveria se manter, se fosse possível, num estado de completa não estimulação", haja vista que, quando privado de estimulação externa, ele  abre-se para uma imensidão de estímulos internos, muitas vezes, semelhantes, aqueles dos relatos de experiências cósmicas. No seu entendimento, somente um organismo doente, se mantém num equilíbrio passivo.

Portanto, segundo ele, a homeostase não se pode  constituir na orientação última do organismo, haja vista que ele está sempre à procura de estímulos mais complexos. No homem, essa busca de estímulos mais enriquecedores é denominada curiosidade.
Os organismos estão sempre em busca de algo, sempre iniciando algo, sempre prontos para alguma coisa. Há uma fonte central de energia no organismo humano. Essa fonte é uma função do sistema como um todo, e não uma parte dele. A maneira mais simples de conceituá-la é como uma tendência à plenitude, à auto-realização, que abrange não só a manutenção mas também o crescimento do organismo (Rogers, 1983, p.44).

A tendência de se valorizar um ou outro aspecto de sua constituição, não pode ser feita sem acarretar prejuízo à compreensão do que seja ser uma pessoa. "Creio que o homem é mais sábio do que o seu intelecto considerado isoladamente e que as pessoas (que funcionam bem) aprendem a confiar na sua experiência como a mais satisfatória e sábia indicação para o comportamento apropriado."

 

(Rogers & Wood, in Burton, 1978, p.196)



publicado por Sou às 21:00
Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

 

 

 

 

Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.


Charlie Chaplin



publicado por Sou às 08:02
Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 22:45
Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

“Daqui a vinte anos vais estar mais desiludido pelas coisas que não fizeste, do que pelas que fizeste... Apanha os ventos. Explora. Sonha. Descobre.”
 
Mark Twain


publicado por Sou às 23:19
Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 22:45
Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

 

 

O homem não pode viver sem amor. Sem amor, torna-se um ser

incompreensível para si mesmo.

 

O Mendigo e o Papa

 Um sacerdote norte-americano, da Diocese de Nova York,encontrou um mendigo na rua. Depois de observá-lo durante um  momento, o sacerdote apercebeu-se de  que conhecia aquele homem.

Era um antigo companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia

que ele. Agora, maltrapilho, mendigava pelas ruas.

 O padre, depois de se identificar e de cumprimentá-lo, escutou dos lábios do

mendigo como tinha perdido a sua fé e a sua vocação. Ficou profundamente

enternecido. Despediu-se do velho amigo, mas ele não saía de sua cabeça.

No dia seguinte, o sacerdote teve a oportunidade de assistir à uma missa

privada celebrada pelo Papa João Paulo II, e, como é costume, pôde

cumprimentá-lo no final da celebração. Ao chegar a sua vez, sentiu o impulso

de se ajoelhar em frente ao Santo Padre e de pedir que rezasse por seu antigo

companheiro de seminário, descrevendo brevemente a situação ao Papa.

Um dia depois, recebeu um convite para cear com o Papa, com a  recomendação de que levasse consigo o mendigo da paróquia. O sacerdote voltou à paróquia e contou ao seu amigo o desejo do Papa. Uma vez convencido, o mendigo foi levado à casa do sacerdote, que lhe ofereceu  roupa limpa e a oportunidade de se assear para o encontro com o Papa.

O Pontífice, depois da ceia, solicitou ao sacerdote que os deixasse a sós, e

pediu ao mendigo que escutasse a sua confissão. O homem, impressionado,

respondeu:

— Santo Padre, não posso. Já não sou mais sacerdote.

O Papa respondeu: — Uma vez sacerdote, sacerdote para sempre.

— Mas estou fora de minhas faculdades de presbítero — insistiu o mendigo.

— Eu sou o Bispo de Roma; posso me encarregar disso — disse o Papa.

E assim, o homem escutou a confissão do Santo Padre. Em seguida, pediu ao

Papa que, por sua vez, escutasse sua própria confissão. Depois, chorou

amargamente.

No final, João Paulo II  perguntou-lhe em que paróquia havia estado a

mendigar, e designou-o assistente do pároco da mesma e encarregado de dar

atenção aos mendigos.

 

 

 



publicado por Sou às 16:51
Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

 

 

"Há pessoas que amam o poder e outras que tem o poder de amar."
 

Bob Marley


publicado por Sou às 00:17
Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 00:06
Domingo, 14 de Setembro de 2008

“Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos as coisas e usamos as pessoas!”

Bob Marley

 

 

Bob Marley nasceu a 6 de Fevereiro de 1945 em Saint Ann (Jamaica) .  Ele cresceu no gueto de Trenchtown para Kingston onde conheceu outros jovens atraídos pela música. Em 1961, gravou o seu primeiro título, mas não obteve sucesso. Bob continua a investir na música. Em 1964  juntou-se a  Peter Tosh e Bunny Wailer, o grupo passa a ser conhecido mais tarde como "The Wailers".  Bob, em busca de espiritualidade rompe a dinâmica do grupo em 1966 e casa-se.  Começar a trabalhar nos Estados Unidos, onde frquenta cursos de teologia. Em 1968, sentindo-se finalmente pronto, ele volta ao grupo musical  e começa a fazer nome especialmente através das letras da sua musica focadas em questões como a paz, unidade, justiça social, a pobreza, a história da África,...  Rapidamente, o Bob, o principal compositor do grupo destaca-se e em 1974  gravou o seu primeiro disco solo "Natty Dread" e, embora o álbum ainda conte com  os Wailers,  a formação mudou com a saída de alguns membros. Bob passa a cantar a solo. Vítima de uma doença incurável  Bob Marley morreu em Miami, mas sua história não termina com a sua morte, porque o seu trabalho  é uma referencia do reggae. 

 



publicado por Sou às 23:12
Domingo, 14 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 23:09
Domingo, 14 de Setembro de 2008

 



publicado por Sou às 22:40
Domingo, 14 de Setembro de 2008

 

A maioria das pessoas preocupa-se com passagens da Bíblia que não entende, mas as que me preocupam são as que eu entendo.


Mark Twain

 

Pseudônimo de Samuel Langhorne Clemens, primeiro grande escritor do oeste dos Estados Unidos que exerceu grande influência sobre todos os escritores que se esforçaram por "descobrir a América" através de suas paisagens, das peculiaridades de seu povo e de seu folclore.

Clemens passou a infância às margens do rio Mississipi. Perdeu o pai aos 12 anos quando começou a trabalhar para ajudar nas despesas de casa. Foi entregador, escriturário e ajudante. Aos 13 anos tornou-se aprendiz de tipografia, e depois, trabalhando como impressor, viajou por diversos estados. Aprendeu navegação no rio Mississipi tornando-se piloto fluvial. Nessa época começou a escrever textos de humor e adotou o pseudônimo de Mark Twain, termo usado pelos barqueiros, que significa "duas marcas" na verificação da profundidade dos rios.

Depois participou da Guerra Civil, como confederado. Após o conflito, foi para o Oeste (Nevada) onde viveu com seu irmão. Passou a escrever para o jornal da cidade de Virginia. Foi jornalista e conquistou o público com o conto "A célebre rã saltadora do Condado de Calaveras", publicado em 1865. Dois anos depois, Twain visitou a França, a Itália e a Palestina, recolhendo material para o seu livro "The Innocents Abroad" (1869), que estabeleceu a sua reputação de humorista. Twain casou com Olívia Langdon em 1870 e  fixou-se em Hartford, Connecticut.

Dois anos mais tarde publicou "Roughing It", e em 1873 "The Gilded Age". Em 1876 saiu a primeira das suas grandes obras, "As aventuras de Tom Sawyer", romance baseado nas experiências da adolescência do autor no rio Mississipi. No livro seguinte, "A Tramp Abroad" (1880) o autor visitou a Europa, regressando com "Vida no Mississipi"(1883). A obra-prima da carreira literária de Twain, "As aventuras de Huckleberry Finn", foi publicada em 1884.

O livro, que parecia só uma obra para jovens, constituía na realidade uma fábula da América que se urbanizava e industrializava enfrentando o sonho de uma vida na liberdade da natureza. "Huck" representava muitas das aspirações da sociedade americana, com as quais o público facilmente se identificou. O romance estabeleceu definitivamente Twain como um dos grandes humoristas da literatura mundial. Outras obras do autor: "O Príncipe e o Mendigo", "Um ianque na corte do rei Artur" (1889), "A tragédia de Pudd'nhead Wilson"(1894) e "Joana D`Arc (1896).

A década de 1890 foi marcada por dificuldades financeiras e nos últimos anos a caricatura burlesca deu lugar a um pessimismo satírico. A dimensão irônica do mundo e em particular do sonho americano revelaram um retrato americano em toda a sua materialidade.

 

 

educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u507.jhtm

 



publicado por Sou às 22:27
Domingo, 14 de Setembro de 2008

O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.


Albert Einstein



publicado por Sou às 22:23
Sábado, 13 de Setembro de 2008

 

 

 



publicado por Sou às 16:28
Sábado, 13 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 00:27
Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

 

 

 

Hoje, tenho de continuar com os The Beatles. Faz hoje precisamente 46 anos que os Beatles gravaram o seu primeiro single «Love me Do»." Algumas bandas mudaram a música, os Beatles mudaram o mundo”.A música dos Beatles é atemporal.  



publicado por Sou às 23:34
Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

 

 

"SHE LOVES YOU YEAH, YEAH, YEAH
SHE LOVES YOU YEAH, YEAH, YEAH
SHE LOVES YOU YEAH, YEAH, YEAH, YEAH"
 

 

 

 



publicado por Sou às 23:56
Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 23:53
Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

 

 



publicado por Sou às 23:26
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