Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Sou às 20:46
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Sou às 23:39
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Sou às 23:35
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

 

 

 

 

 

 

A dialectica do amo e do escravo

Dois homens lutam entre si. Um deles é pleno de coragem. Aceita arriscar sua vida no combate, mostrando assim que é um homem livre, superior à sua vida. O outro, que não ousa arriscar a vida, é vencido. O vencedor não mata o prisioneiro, ao contrário, conserva-o cuidadosamente como testemunha e espelho de sua vitória. Tal é o escravo, o "servus", aquele que, ao pé da letra, foi conservado.


a) O senhor obriga o escravo, ao passo que ele próprio goza os prazeres da vida. O senhor não cultiva seu jardim, não faz cozer seus alimentos, não acende seu fogo: ele tem o escravo para isso. O senhor não conhece mais os rigores do mundo material, uma vez que interpôs um escravo entre ele e o mundo. O senhor, porque lê o reconhecimento de sua superioridade no olhar submisso de seu escravo, é livre, ao passo que este último se vê despojado dos frutos de seu trabalho, numa situação de submissão absoluta.


b) Entretanto, essa situação vai se transformar dialeticamente porque a posição do senhor abriga uma contradição interna: o senhor só o é em função da existência do escravo, que condiciona a sua. O senhor só o é porque é reconhecido como tal pela consciência do escravo e também porque vive do trabalho desse escravo. Nesse sentido, ele é uma espécie de escravo de seu escravo.


c) De fato, o escravo, que era mais ainda o escravo da vida do que o escravo de seu senhor (foi por medo de morrer que se submeteu), vai encontrar uma nova forma de liberdade. Colocado numa situação infeliz em que só conhece provações, aprende a se afastar de todos os eventos exteriores, a libertar-se de tudo o que o oprime, desenvolvendo uma consciência pessoal. Mas, sobretudo, o escravo incessantemente ocupado com o trabalho, aprende a vencer a natureza ao utilizar as leis da matéria e recupera uma certa forma de liberdade (o domínio da natureza) por intermédio de seu trabalho. Por uma conversão dialética exemplar, o trabalho servil devolve-lhe a liberdade. Desse modo, o escravo, transformado pelas provações e pelo próprio trabalho, ensina a seu senhor a verdadeira liberdade que é o domínio de si mesmo. Assim, a liberdade estóica se apresenta a Hegel como a reconciliação entre o domínio e a servidão.

Hegel desenvolveu uma forma histórica de pensar, segundo a qual, o pensamento não podem ser separados do seu contexto social e histórico. Fora do processo histórico não existem critérios que possam decidir sobre o que é mais ou menos verdadeiro e racional, pois a razão é um processo dinâmico. Dessa forma, pode-se afirmar que a filosofia hegeliana não se volta para o entendimento da natureza mais profunda da existência, mas sim, para um pensamento produtivo, através de um método que visa à compreensão do curso da história. A razão humana é progressiva, ou seja, caminha conforme o progresso da humanidade, acrescentando sempre algo de novo ao que já existe. Um pensamento, geralmente, formula-se a partir de outros anteriores, para ser contradito por outros no futuro. Assim, surgem duas formas opostas de pensar criando uma tensão, que será quebrada com o aparecimento de um terceiro pensamento formulado, sintetizando os pontos positivos dos dois anteriores, dando forma à dialética hegeliana. Se a realidade está impregnada de opostos e contradições, a descrição dessa realidade deve revelar, obrigatoriamente, esses opostos e contradições. 

 

 

pt.shvoong.com/humanities/h_philosophy/1631539-dial%C3%A9tica-hegeliana/

 

 

 



publicado por Sou às 22:54
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

 

Frederico Guilherme Schelling nasceu em 1775, em Leonberg. Em Tubinga teve Hegel como condiscípulo, com o qual, em seguida, sustentou pesada polêmica. Passou da teologia à filosofia e dedicou-se ao estudo de Spinoza, do qual deriva a sua concepção idealista; de Fichte, que constitui o pressuposto imediato do seu pensamento, afastando-se entretanto dele em seguida. Em Leipzig integrou a sua cultura humanista e literária com estudos científicos. Nele influíram também as turvas fantasias da mística alemã. Foi sucessivamente professor nas universidades de Jena, Würzburg, Erlangen, Munique e Berlim, onde dominara o seu adversário Hegel, cujo racionalismo ele demole. Faleceu em Berlim, em 1854, quando o idealismo já estava esfacelado.

Schelling foi um autor variado e fecundo. As faces do seu pensamento são fundamentalmente duas: o período da filosofia da identidade, e o da filosofia da liberdade. As suas obras principais são: o Sistema do idealismo Transcendental; Representação do meu Sistema (primeira fase, filosofia da identidade); Filosofia e Religião; Pesquisas Filosóficas sobre a Essência da Liberdade Humana e os Objetos Conexos com Esta (segunda fase, filosofia da liberdade).

A filosofia de Schelling é, fundamentalmente, idealista: o espírito, o sujeito, o eu, é princípio de tudo. Como Fichte, admite que a natureza é uma produção necessária do espírito; recusa, porém, o conceito de Fichte de que a natureza tenha uma existência puramente relativa ao espírito. Para ele, a natureza - embora concebida idealisticamente - tem uma realidade autônoma com respeito ao sujeito, à consciência. A natureza é o espírito na fase de consciência obscura, como o espírito é a natureza na fase de consciência clara.

 

www.mundodosfilosofos.com.br



publicado por Sou às 21:30
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

 

Pensamentos de Fichte

 


O homem não tem o direito de se tornar um ser racional virtuoso, sábio ou feliz, contra a sua vontade. Além de que, tal esforço seria em vão, e que ninguém pode se tornar virtuoso, sábio ou feliz, a não ser pelo seu trabalho e esforço próprio; além de que, igualmente, o homem, nem sequer o pode, e deve querer – ainda que pudesse ou julgasse poder. Com efeito, é ilegítimo, e ele se põe, assim, em contradição consigo próprio.


Os teus actos – não os teus conhecimentos – é que determinam o teu valor.


A vontade humana é livre, e a felicidade não é o fim do nosso ser, mas a dignidade de ser feliz.

 

Sou simplesmente porque sou.

 

A língua de um povo é a sua alma.

 

O amor que é verdadeiro amor e não um mero desejo passageiro, nunca se prende ao transitório, mas desperta, acende-se e repousa apenas no eterno. O homem nem sequer a si próprio se pode amar, a não ser que se considere eterno. Para além disso, ele é incapaz até de se venerar ou de se aceitar a si próprio. E ainda menos pode amar qualquer coisa fora de si, a não ser que integre essa coisa na eternidade da sua crença e do seu espírito. Quem não for capaz de começar por se ver a si mesmo como eterno, não tem amor…


 

O impulso mais elevado do homem é o impulso para a identidade, para a perfeita consonância consigo mesmo. O conceito de razão, do agir conforme à razão e do pensar é dado no homem, e ele quer necessariamente não só realizar esse conceito em si mesmo, mas vê-lo de igual modo realizado fora de si. Uma das suas necessidades é a de que, fora dele, existam seres racionais da sua espécie. Ele não pode produzir tais seres; mas põe o conceito dos mesmos na base de sua observação do não-eu, e espera encontrar algo que lhe corresponda.

Se todos os homens pudessem se tornar perfeitos, poderiam alcançar o seu objetivo supremo e último, e seriam, assim, plenamente idênticos entre si; seriam apenas um só, um único sujeito.

 

Deter-se e lamentar a corrupção dos homens sem levantar uma mão para a diminuir é efeminação. Verberar e mofar amargamente sem dizer aos homens como se devem tornar melhores é indelicadeza. Agir! Agir! É para isto que cá estamos. Desejaríamos ressentir-nos porque os outros não são perfeitos como nós, se somos apenas mais perfeitos? Não é justamente esta nossa maior perfeição – o apelo que nos é dirigido de que somos nós que temos de trabalhar para a perfeição dos outros? Alegremo-nos, pois, com o espetáculo do vasto campo que temos de trabalhar! Alegremo-nos por sentirmos em nós força e por nossa tarefa ser infinita!

 

O sábio é aquele que faz uso da sua liberdade, não possuindo o seu conhecimento só para si mesmo; mas, antes, para a sociedade. O fim último de cada ser humano singular, e também de toda a sociedade, por conseguinte, também de todos os trabalhos do sábio relativamente à sociedade, é o enobrecimento moral do homem inteiro. O dever do sábio consiste em edificar sempre este fim último e em tê-lo diante dos olhos em tudo o que ele faz na sociedade.

 

Não ensinamos apenas por meio de palavras; ensinamos ainda, e muito mais profundamente, através de nosso exemplo. Todo aquele que vive na sociedade deve-lhe um bom exemplo, porque a força do exemplo brota primeiro da nossa vida na sociedade.

 


A beleza uma virtude moral.


O objectivo da nossa vida não é ser feliz, mas merecer a felicidade.

Não há absolutamente nenhum ser e nenhuma vida fora da vida imediata divina.

 

 

logistikon.blogspot.com

 

 



publicado por Sou às 20:36
Segunda-feira, 08 de Fevereiro de 2010

 

 

 

 

 

 

“O ousado projeto da ilustração, sem metafisica e sem transcendência, soçobrou. A Revolução Francesa da conquista da Bastilha, e dos acordes emocionantes da Marselhas e, prometendo, Liberdade, Igualdade e Fraternidade, chegou a guilhotina e a terror institucionalizado.

Em nome da razão, dos avanços da ciência, sem a crença da metafisica e sem a transcedência. Surge o romantismo, que “é antes de tudo, reação à razão da ilustração. A razão, tornada absoluta pelos ilustrados franceses, deformavam o próprio homem. Esquecia-se que o homem também é coração” (VALLE , 2001, p.147).

“o termo ‘romantismo’ passou a indicar o renascimento dos instintos, da singularidade,  e das emoções  que o racionalismo predominante no século XVIII não conseguiu suprimir inteiramente”

Portanto, não nos resta duvida que romantismo, romântico (a), significa tudo o que envolve o sentidos e sentimentos das pessoas através de seus diversos modos ...

 

www.webartigos.com/articles/4674/1/O-Romantismo-Transormacoes-Na-Filosofia-Moderna/pagina1.html

 



publicado por Sou às 19:50
Domingo, 07 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Sou às 18:26
Sexta-feira, 05 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Sou às 22:15
Quinta-feira, 04 de Fevereiro de 2010

 

 

 

 



publicado por Sou às 23:11
Quinta-feira, 04 de Fevereiro de 2010

 A Objectividade não existe  independentemente da mente, independente da consciência. É a mente que dá objectividade às coisas externas e lhes confere qualidades.

É a objectividade das coisas que giram em torno da mente e não o contrário.

 

 

 



publicado por Sou às 21:46
Quarta-feira, 03 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Sou às 22:47
Quarta-feira, 03 de Fevereiro de 2010

 

 Segundo o pensamento de Rosseau, o ser humano a princípio é possuidor de uma liberdade natural. Portanto desde os primórdios de sua existência, o ser humano gozava plenamente da sua liberdade. Com o surgimento da vida civilizada, o homem abandona esse estado de liberdade natural, e passa a viver segundo as normas sociais. Para Rousseau, isso ocorreu porque no início do processo civilizatório, todos os indivíduos “firmaram” uma espécie de contrato que, possibilitasse a estes viverem em sociedade. Por outro lado, Rousseau acreditava que ao firmarem esse contrato, os indivíduos tornaram-se escravos das leis existentes na sociedade.

Na sua obra “Do Contrato Social”, Rousseau faz uma dissertação pormenorizada sobre como se deu a formação da sociedade. Nesse trabalho ele contesta a crença muito comum naquela época, de que toda a estrutura social se dava de forma natural. Para Rousseau, não existia nada de natural na formação da sociedade e sim uma espécie de contrato táctico. Também segundo esse filósofo a existência de uma sociedade opressora só ocorre, porque os indivíduos que fazem parte dessa sociedade aceitam esse modelo, mas também se quiserem, “podem sacudir esse julgo agindo de forma diferente.”.



publicado por Sou às 22:23
Quarta-feira, 03 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Sou às 22:23
Terça-feira, 02 de Fevereiro de 2010



publicado por Sou às 11:13
Segunda-feira, 01 de Fevereiro de 2010

 

 

 

 



publicado por Sou às 22:28
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